Na ONU, legado ambientalista de Fidel Castro é lembrado

06/01/2017 15:16
Foto: Ismael Francisco/ Cubadebate (Fotos Públicas)
  


Suas premonitórias palavras na Conferência de Nações Unidas sobre Méio Ambiente e Desenvolvimento, celebrada em Rio de Janeiro numa época tão temporã como junho de 1992, devem ser escutadas, assinalou a propósito da apresentação nesta terça-feira do instrumento de ratificação da ilha do Acordo Climático de Paris.

Rodríguez recordou que nesse foro, o recém falecido Fidel Castro, advertiu que 'uma importante espécie biológica está em risco de desaparecer pela rápida e progressiva liquidação das suas condições naturais de vida: o homem'.

Passaram 23 anos para que a comunidade internacional, guiada por essa mesma preocupação, atingisse na capital francesa o Acordo dirigido a reduzir as emissões de gases de efeito estufa, em aras de manter o incremento das temperaturas por embaixo dos dois graus centígrados, 1,5 de ser possível, para evitar os devastadores efeitos da mudança climática.

Se tratar duma iniciativa muito importante frente ao objetivo de mitigar o dano provocado pelo homem à natureza, sublinhou Rodríguez após a entrega do instrumento de ratificação.

Segundo precisou a Prensa Latina a encarregada de negócios interina da Secção de Tratados da ONU, Arancha Hinojal, quem encabeçou a cerimónia junto à embaixadora cubana, somam já 120 os países aderidos ao Acordo de Paris.

O mecanismo multilateral abriu-se à assinatura em 22 de abril, e entrou em vigor em 4 de novembro, quando cumpriu-se o requisito da sua ratificação por 55 Estados responsáveis do 55 por cento do total das emissões globais de gases contaminantes à atmosfera.
 
 

Fonte: Prensa Latina

 
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