A educação cubana, outro alvo do bloqueio dos EUA

04/10/2016 00:44
  


De acordo com dados oferecidos pelo Ministério de Educação (Mined), trata-se de danos muito sensíveis dada a importância concedida pelo país antilhano à formação igualitária e de qualidade e ao pleno acesso à ela.

Segundo a entidade governamental, o bloqueio é a principal causa pela qual Estados Unidos e Cuba não contam com mecanismos para as exportações de serviços - área na qual a nação caribenha goza de prestígio internacional - nem para a retroalimentação entre seus respectivos sistemas de ensino.

Essa medida unilateral também provoca impactos diretos como a carência de laboratórios e equipamento especializado para o ensino de idiomas e disciplinas técnicas, o déficit de insumos para a conservação de documentos históricos, a redução na disponibilidade de textos e o encarecimento da educação especial.

Por outro lado, as restrições impostas pelo bloqueio também limitam os planos das diferentes editoras para as bibliotecas escolares e os centros de informação.

O ministério ressaltou igualmente que ante a impossibilidade de utilizar o dólar como moeda para o comércio exterior, Cuba enfrenta com frequência dificuldades para a cobrança dos serviços educacionais prestados a terceiros, pois muitos bancos temem as multas e sanções estadunidenses.

Do mesmo modo, o bloqueio obstrui o acesso a tecnologias e ferramentas informáticas indispensáveis para o processo de formação e a criação de programas educativos.

No entanto, apesar das limitações e carências ocasionadas pelo bloqueio norte-americano, as autoridades, os professores e o pessoal do ministério nas escolas cubanas reafirmam com sua ação diária a vontade de continuar desenvolvendo o sistema nacional de educação.

Esse esforço conta em grande parte com o reconhecimento global devido aos notáveis êxitos cubanos quanto à qualidade e extensão do ensino.
 
 

Fonte: Prensa Latina

 
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